quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Filme "Minha Irmã e Eu", nos cinemas.




CINEMA NACIONAL
Fui ver (09/01/24) a comédia “Minha Irmã e Eu”, com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck, Paris Filmes.
Não sou fã declarado de nenhuma das duas atrizes, mas também nada contra, fui ver mesmo estando meio cansado das comédias nacionais, mas era a melhor opção em cartaz no Cine Itaim Paulista essa semana, já vi Mamonas.
Fui surpreendido positivamente, o filme é leve, divertido e não força a barra, tem um enredo razoável.
Sem compromisso, só pra passar um tempo, recomendo.
Quando estou em São Paulo, procuro ir no cinema (Cine Itaim Paulista) pelo menos uma vez na semana, de segunda a quarta, 50% desconto, filme por R$ 10, a cada 30 vistos, um ingresso grátis.
Amo cinema, assisto até os desenho infantil, que aprendi a gostar quando meu filho era criança. Passei anos sem ver enlatado americano, mas tô mais flexível a um, dois anos. Amo cinema nacional.
Alessandro Buzo
escritor e cineasta, sempre pretensão de ser critico de cinema.

sábado, 6 de janeiro de 2024

Assisti a série: BERLIM na Netflix




Acabo de ver os 8 episódios da primeira temporada da série "BERLIM", ele mesmo, de LA CASA DE PAPEL, mostrando sua vida criminosa e genial, antes de LA CASA, no mesmo estilo, plano mirabolante para roubar 44 milhões de euros em jóias, de uma Casa de Leilão, com direito a incriminar o dono da casa de leilão e ainda roubar sua mulher, ops, spoiller demais.
A parte de roubar a mulher não estava no plano original do assalto, mas é um dos romances que tem na trama, são vários casais apaixonados, se apaixonando, ou deixando de apaixonar.
A quadrilha tem Berlim de líder, mais um veterano e dois casais (se tornam durante) de jovens.
Papo reto, primeiros dois, três episódios, vai bem, formar o bando, dar o plano, começar a executar, estilo LA CASA total, depois do quarto até o sexto, foi pra encher linguiça e pouco acontece, chega a forçar a barra, mas melhora nos dois finais com a fuga e desdobramentos da fuga e gran finale, que deixa explicito que vem segunda temporada ai....
Se é fã de La Casa de Papel como eu, precisa assistir.
Alessandro Buzo
escritor e cineasta


quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Nos Cinemas: Mamonas Assassinas - O Filme




Assisti (03/01/24) no cinema, filme que conta a trajetória da banda Mamonas Assassinas, que fez sucesso estrondoso em 1996 e depois sofreram um desastre aéreo e perderam a vida, foram apenas 8 meses de sucesso avassalador, mas que deixou um legado eterno de alegria.
Jovens classe média, média baixa, da cidade de Guarulhos-SP, eles formavam a Banda Utopia de rock, ainda sem o Dinho, vocalista, no filme monstra como Dinho entrou pra banda e como o produtor musical deles, sacou que as músicas engraçadas que eles cantavam nos intervalos das gravações, rendia mais que as músicas que eles queriam gravar, o resto da história quase todos conhecem.
O filme tem um elenco que vive os personagens dos Mamonas, não é um documentário contando com imagens reais o que se passou.
Mamonas Assassinas era original, um humor caindo pra zoeira, mas com uma pegada de rock pesado, já que originalmente eles cantavam outras músicas. O filme vale muito a pena, ainda mais pra quem viveu aquela época, difícil não se emocionar.
Após a sessão, pensei no "fazer sucesso" e como isso pode ser cruel, Mamonas Assassinas e mais recentemente Marilia Mendonça, morreram em acidentes aéreos, se nunca tivessem feito sucesso, talvez seriam frustrados na carreira artística, estivessem fazendo outra coisa hoje, mas estariam vivos. Isso é um fato.
Mas talvez ter vivido o sonho, mesmo que tragicamente tenham partido desse mundo, mas foram realizados.
Quantos artistas da música, muitos com talento, nunca chegam ao sucesso e quantos outros não abandonam o sonho no meio do caminho. O filme me trouxe essas reflexões.
Indico, assistam antes que saia de cartaz.
Alessandro Buzo
escritor e cineasta, sem pretensão de ser crítico de cinema, só dou minha opinião.


sábado, 30 de dezembro de 2023

FILME: 2COELHOS na Netflix



Tinha visto anos atrás esse filme, 2 Coelhos, mas não lembrava da história, só que era bem loka.
Pintou na Netflix e fui rever, de fato é uma história pra lá de pirada, mas bem loka, vivida no centrão de São Paulo, no elenco Alessandra Negrini e Thaíde, entre outros.
Você não tem como prever as cenas dos próximos capítulos, é de tirar o fôlego.
Assista, eu indico.
Alessandro Buzo
escritor e cineasta
Sem pretenção de ser crítico de cinema, longe disso, só comento os filmes e séries que assisto, aqui no BLOG.



quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Na Globoplay: VALE O ESCRITO - A GUERRA DO JOGO DO BICHO




O documentário da GloboPlay, narrado por Pedro Bial, VALE O ESCRITO - A GUERRA DO JOGO DO BICHO, tem 7 episódios de cerca de 1 hora cada.
É um doc. incrível, um dos mais foda que já assisti, como vi a série sobre o Castor de Andrade e matérias na mídia, já conhecia alguns personagens e alguns fatos, mas aqui tudo é bem explicado, a VELHA CÚPULA do bicho domina a décadas a contravenção e o carnaval do Rio de Janeiro, mas os chefões ainda vivos estão velhos e o tabuleiro do poder muda, muitas vezes quando alguém envolvido é assassinado.
As duas famílias mais trágicas são os ANDRADE, do Castor de Andrade e os GARCIA, que tem o Miro como mentor e o Maninho, seu filho, assassinado, que deu outro rítmo a guerra.
Cada brasileiro, principalmente quem vive no Rio de Janeiro, deveria conhecer um pouco dessa história, que envolve muita coisa e muito dinheiro.
A série resvala na família Bolsonaro e ainda na morte da Marielle Franco.
Na cidade maravilhosa existe três hierarquia de poder do mal, a contravenção (jogo do bicho), o tráfico de drogas e a milícia. Esse poder paralelo, com tantos braços e nomes, é um caldeirão, prestes a explodir a qualquer momento.
O poderoso chefão hoje, pode ser a próxima vítima ou seus inimigos, pra esses se manterem no poder.
A contravenção do bicho é machista, talvez não fosse a Shanna Garcia, uma das duas filhas do Maninho, assassinado, poderia estar no topo, mas o crime, não aceita mulheres no poder.
Essa série documental é essencial, precisa ser vista.

Na Netflix: ROUD 6 - O DESAFIO.




Assisti ROUD 6 - O DESAFIO... a série na Netflix é inpirada no ROUD 6, quem viu sabe, era um jogo fictício, onde os jogadores eram assassinados e mortos durante as provas, até sobrar o campeão que ganharia um enorme prêmio em dinheiro, lembrando que na série original, só pessoas ferradas e endividadas eram convidados a participar.
ROUD 6 - O DESAFIO é a mesma série, mas deixa entender que é uma disputa na vida real, claro que os participantes em vez de morrer, são eliminados, mas é a mesma trama.
Dá pra ver, mas a série original é melhor.

Um clássico do cinema: "Pulp Fiction: Tempo de Violência"




Assisti na Netflix, o clássico "Pulp Fiction: Tempo de Violência" com John Travolta e Samuel L. Jackson.
Nunca tinha visto e depois de assistir passa várias reflexões, o filme é meio uma viagem num mundo de mafiosos, não é uma superprodução, chega deixar a impressão de ser fraco, na minha humilde opinião é claro, mas ai vem o fator de ser um filme de 1994, filmes dos anos 80 e 90, não tem o mesmo impacto vendo hoje, do que quem assistiu naquela época, exemplo pra mim o filme de terror UMA NOITE ALUCINANTE ou "A morte do Demônio", que lembrava como um filme foda de terror irônico, mas quando revi me decepcionei.
Outro é COLLORS - As Cores da Violência, outro que não teve o mesmo peso quando revi em DVD, do que quando vi no Cine Marabá.
Pulp Fiction: Tempo de Violência, é exatamente isso, um clássico, que vendo pela primeira vez como eu vi, pode decepcionar.
Alessandro Buzo