terça-feira, 27 de dezembro de 2022
FILME: Histórias de Amor duram apenas 90 minutos.
Nunca tinha ouvido falar do filme "Histórias de Amor duram apenas 90 minutos", procurando algo pra assistir na Netflix, vi a chamada e decidi assistir, falava de um cara que descobre que sua esposa tem uma relação com outra mulher e decide ficar com as duas, num primeiro momento. Ele é um escritor que não consegue passar da página 50 do seu primeiro romance, um escritor sem livro, vive de um dinheiro que sua mãe deixou e seu pai, triste e frustado, administra.
O marido escritor traído é vivido pelo Caio Blat, a esposa é vivido pela Maria Ribeiro e a Luz Cipriota é a tentação que cai no meio da relação deles.
Filme bastante sensual, se passa no Rio de Janeiro, bem rua.
Gostei e indico.
Filme: EIKE - TUDO OU NADA
Já tinha o livro do Eike Batista, acho curiosa sua trajetória. No livro vemos que ele pra começar, teve um apoio de um amigo do pai, faliu e teve uma segunda ajuda.
No filme: EIKE - TUDO OU NADA, na Netflix, já começa ele empresário, dando o grande pulo pra ter chego a estar entre os maiores bilionários do planeta. Um spoiller apenas, ele pra investir do Pré Sal, contratou os grandes nomes da Petrobrás, oferecendo a eles um valor maior do que ganhariam na empresa pública, todo mundo ficou milionário, eles arrecadaram em investimento muito dinheiro, muito mesmo. Mas petróleo que é bom, nos lotes que eles tinham comprado, nunca apareceu, ou apareceu muito pouco. Um erro foi não ter vendido parte da empresa quando ela estava em alta.
Depois os erros, foi entre os "amigos" que ajudaram ele a fundar o império, na hora de escolher em quem acreditar, fez escolhas erradas.
Assista, vale a pena, afinal, até esses dias esse povo estava ai no poder, ganhando rios de dinheiro no Rio de Janeiro.
sábado, 1 de outubro de 2022
Série na Netflix, Baseada em Fatos Reais de um assassino em série dos EUA. DAHMER - UM CANIBAL AMERICANO.
Dahmer: Um Canibal Americano
2022 | 18 | 1 temporada | Séries policiais
Buzo comenta: Com uma atuação impecável de Evan Peters, vivendo Jeff Dahmer, a série narra a história de um assassino em série, que matou 17 jovens, todos homens, quase todos homosexuais e ainda comia partes dos corpos. Ser branco o ajudou a não ser pego antes e ter cometido crimes por tantos anos.
Baseado em fatos incrivelmente reais. Após assistir os 10 episódios de cerca de uma hora cada, pesquisei um pouco e vi um detalhe que na série é só uma cena, na vida real era bem mais sórdido. Precisa ter estomago para assistir, é perturbador de até onde vai a mente doentia de um ser humano.
Sinopse: Por mais de uma década, Jeffrey Dahmer conseguiu matar 17 jovens rapazes sem levantar suspeitas da polícia. Como ele conseguiu evitar a prisão por tanto tempo?
sábado, 27 de agosto de 2022
Filme "PUREZA" no Cinema na Kombi
Sexta, 26/8/22, fui conferir a exibição do filme "PUREZA" no Cinema na Kombi em Boiçucanga, São Sebastião-SP, projeto lindo do guerreiro Luis Paiva.
Que filme, uma porrada no estômago, baseado em fatos reais.
Uma mãe, que não mede esforço pra ir atrás do seu filho, aliciado pelo trabalho escravo.
Sua luta beneficiou centenas de pessoas que estavam vivendo em situação igual a escravidão.
Dira Paes numa atuação foda, um filme que deveria ser visto por todos, mas que ficou uma ou duas semanas em cartaz nos cinemas.
Se tiver a oportunidade de ver, veja.
Os dois filhos do diretor Renato Barbieri, estavam presentes na sessão.
Alessandro Buzo
Sinopse: Baseado na história real de Pureza Lopes Loyola. Na trama, Pureza (Dira Paes) é uma mãe solo que mora com seu filho, Abel (Matheus Abreu), em uma pobre região do Maranhão. Descontente com a vida que levam, o jovem resolve deixar o local para buscar emprego em um conhecido garimpo, com a promessa de dar uma vida melhor para a matriarca. Após meses sem notícias do filho, Pureza resolve sair em busca do rapaz. Durante a jornada, ela encontra uma fazenda que emprega um sistema de aliciamento e cárcere de trabalhadores rurais, a famosa escravidão moderna. Ainda à procura do filho, ela passa a trabalhar neste lugar, testemunhando o tratamento brutal sofrido pelos empregados, além do desmatamento ilegal de florestas. Lutando contra um sistema perverso e poderoso, esta batalhadora mulher enfrentará a tudo e todos que ficarem à sua frente, sempre com uma fé religiosa inabalável e a esperança de encontrar o filho.
terça-feira, 23 de agosto de 2022
A VOLTA DO CINÉFILO
Amigos que me acompanham, que vêem minhas dicas de filmes e séries no Face ou no Blog: www.buzocinema.blogspot.com
Geralmente, desde que o Blog surgiu, as dicas eram de filmes na Netflix, Amazon, GloboPlay, mas venho comunicar oficialmente: O CINÉFILO VOLTOU.
Desde que passei a ficar mais em São Paulo, moro no Litoral Norte à 7 anos, mas graças a volta dos eventos culturais (meu trabalho) e dos jogos do Palmeiras (que tenho acompanhado ao vivo, com mais frequência em 2022), que passo períodos maiores na capital. Quando estou em São Paulo, minha casa é no Itaim Paulista, desde sempre.
Estando mais na quebrada, passei a ir ao Cine Itaim Paulista (Anexo ao Mercado Sondas), que dê segunda a quarta, custa R$ 9,00 o ingresso. Esses dias assisti ELVIS, que já comentei aqui.
Na semana passada vi 2 filmes, ambos eu curti e ontem vi um nacional que me emocionou, abaixo um pouco sobre os três, começando pelo nacional.
PAPAI É POP: Filme com Lázaro Ramos (o papai pop do título), Paola Oliveira (esposa dele no filme), Elisa Lucinda (mãe dele na obra), um filme que foge de ser uma comédia, é um filme sobre ser um pai de verdade e não um pai de selfie. Resumindo a história sem spoiller.
Ele e esposa se amam, estão grávidos, são classe média em São Paulo, ela advogada, ele trabalha com games, estão felizes. Mas o surgimento da filha Laura bagunça a vida "dele", a mulher fica mais stressada, mais exigente e ele não sugura a barra, logo ele, criado sem pai, começa a fazer o mesmo, até virar a chave, a partir do encontro com o seu pai biológico, viu que estava cometendo os mesmos erros e vai mudando, cria um canal no youtube chamado Papai é Pop e retoma inclusive o casamento, tem mais um item na trama que deixo pra quem vai assistir. Vi com meu filho, impossível não me emocionar, lembrei quando eu levei ele ao médico sozinho pela 1a vez, de condução do Itaim à São MIguel, as pernas tremiam e parecia um ET na rua, tomo mundo olha um homem com um bebê no colo, sozinho. Lembrei também que minha esposa não ia nas reuniões de escola e eu tinha de ir, geralmente era o único, no máximo eu e outro pai, no meio das mamães, confesso que chorei com o filme. Assistam, principalmente os papais, vai te dar um puta orgulho se você como eu, for um pai presente.
FILME: O TREM BALA, com Brad Pitt. Um filme de ação, daqueles cheios de mentiras, mas é uma boa trama, apesar de ser longo (mais de 2 horas), valeu a pena, indico.
FILME: O TELEFONE PRETO. Amigos, séculos que não via um filme de terror, esse é um terror/drama. Não é que gostei, conta a história de uma pequena cidade que tem 5 crianças que sumiram, foram sequestradas e desapareceram, todas muito próximas umas das outras. Na sexta criança, a história do filme, que a gente vem acompanhando a família (pai solo, o menino sequestrado e a irmã dele), as coisas mudam, a gente entra dentro do cativeiro, um porão de uma casa, com um colchão no chão e um telefone preto na parede, que mesmo com o fio de energia cortado, toca. O menino passa a atender e falar com as outras crianças desaparecidas mortas, que ele conhecia da escola. Indico.
Pretendo, quando estiver em São Paulo, ver um filme por semana, sempre de segunda a quarta, com ingressos à R$ 9,00 no Cine Itaim Paulista.
Antes desses tinha visto, Medida Provisória, com Lázaro Ramos de diretor, mas esse vi no Cine Bourbon, que no dia (Pré jogo do Palmeiras), estava numa promoção, só esse filme era R$ 10,00.
As vezes a gente se afasta dos cinemas, por contra das Netflix da vida, preço dos cinemas de shoppings, mas a opções pra quem procura.
Era um cinéfilo profissional, no final dos anos 80, quando era office boy e via todos filmes que entravam em cartaz, nos cinemas do centro, os que sobrevivem até hoje e os que viraram igreja, estacionamento, conheci todos, cheguei a não ter o que assistir, porque todos filmes em cartaz eu já tinha visto, todos office boy matavam trampo pra ir ao Fliperama, eu matava trampo pra ir ao cinema.
De fato, fiquei uns anos sem ir ao cinema, mas agora o cinéfilo voltou. Não consigo mais encarar qualquer filme, precisa de um filtro, mas tô mais aberto, pra relembrar os infantis que via quando meu filho era pequeno, vi a poucas semanas o filme: Lightyear. Quem como eu viu TOY STORY quando o filho era criança (vi em DVD umas 200 vezes), sabe do que tô falando.
Vá ao cinema.
Alessandro Buzo
escritor, cineasta e cinéfilo.
quarta-feira, 20 de julho de 2022
No cinema: Filme "ELVIS"
Assisti (19/7/22) o filme "ELVIS" sobre a vida do astro do Rock Elvis Presley, vivido por Austin Butler, com interpretação impecável de Tom Hanks, como seu empresário, que no filme é quem narra a história, na verdade, é o vilão.
Vendo o filme, descobri que não sabia nada sobre a vida do astro, que morreu em 1977 (quando eu tinha 5 anos), com apenas 42 anos de idade.
Mostra como foi a infância de ELVIS, num bairro pobre, onde morava os negros, ele que teve o pai preso por emitir um cheque sem fundos, acaba indo pra lá com a mãe, Elvis era família e foi até o final.
Um empresário do ramo de circo, ouviu a música dele e surtou ao descobrir que aquela música negra, era cantada por um branco, numa época de extremo racismo, isso abriria portas.
Foi atrás do jovem talento e acabou se tornando seu empresário, ganharam muito dinheiro, Elvis pode dar conforto a sua família, mas no início de carreira teve problemas por dançar como um negro, foi perseguido e pra não acabar preso, se alistou e serviu o exército por 2 anos, nesse período sua mãe morre, ele volta e se torna um ator de cinema em Hollywood, como lhe prometeu o empresário, mas o sucesso como ator teve prazo de validade e só depois ele retomou a carreira musical e consolidou seu nome como o Rei do Rock.
Grandes atuações, Tom Hanks gigante, maquiagem impecável.
Um puta filme, quase duas horas e meia, mas vale a pena, no final teve até aplausos da plateia.
Assisti no Cine Itaim Paulista, na minha adolescência quando era rato de cinema, ou cinéfilo, sonhei em ter um cinema no meu bairro, uma época teve um na divisa com São Miguel, no Shopping Diretão, mas não durou muito tempo, hoje tem 3 salas do Cine Itaim Paulista, no mini shopping anexo ao mercado Sondas, as salas são bem bacanas, cadeira confortável e ótima projeção, mas 90% dos filme que passam são infantis, porque o maior público periférico são pessoas que levam o filho no cinema. Elvis estava só numa sessão às 20h30, ao chegarmos (eu e meu filho Evandro), as sessões pro dia de THOR e Minions estavam esgotados, enquanto meu filho esperava pra comprar ingresso (só R$ 9,00 de segunda a quarta), a mulher da bilheteria disse tentando convencer uma mulher a não perder a viagem: - Tem esse ELVIS ai.....
Pretendo quando estiver na quebrada, ver mais filmes no Cine Itaim Paulista, de preferência nos dias de começo de semana, quando tem promoção.
Alessandro Buzo
Cineasta e cinéfilo.
No cinema: Filme ‘Lightyear’
A desculpa era levar meu sobrinho Enzo pra ver o filme ‘Lightyear’, o famoso patrulheiro espacial dos filmes do Toy Story, ai fomos em 5 adultos e uma criança.
Queria assistir ‘Lightyear’, porque Toy Stoty marcou demais a infância do meu filho Evandro (hoje com 22 anos), o filme e a música "Amigo estou aqui..."
No seu filme "solo", nada de Toy Story, é uma jornada só do ‘Lightyear’, como patrulheiro espacial, no início do filme, diz que esse era o filme que o personagem de Toy Story mais gostava, única ligação, mas a história aqui é dele.
Filme legal, gostei. Fui pai em 2000 e todos esses infantis do início dos anos 2000, eu vi, revi e alguns vi mais de 10 vezes, quem tem criança sabe. Valeu o rolê.
Alessandro Buzo
cineasta e cinéfilo.
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