quinta-feira, 28 de dezembro de 2023
Na Globoplay: VALE O ESCRITO - A GUERRA DO JOGO DO BICHO
O documentário da GloboPlay, narrado por Pedro Bial, VALE O ESCRITO - A GUERRA DO JOGO DO BICHO, tem 7 episódios de cerca de 1 hora cada.
É um doc. incrível, um dos mais foda que já assisti, como vi a série sobre o Castor de Andrade e matérias na mídia, já conhecia alguns personagens e alguns fatos, mas aqui tudo é bem explicado, a VELHA CÚPULA do bicho domina a décadas a contravenção e o carnaval do Rio de Janeiro, mas os chefões ainda vivos estão velhos e o tabuleiro do poder muda, muitas vezes quando alguém envolvido é assassinado.
As duas famílias mais trágicas são os ANDRADE, do Castor de Andrade e os GARCIA, que tem o Miro como mentor e o Maninho, seu filho, assassinado, que deu outro rítmo a guerra.
Cada brasileiro, principalmente quem vive no Rio de Janeiro, deveria conhecer um pouco dessa história, que envolve muita coisa e muito dinheiro.
A série resvala na família Bolsonaro e ainda na morte da Marielle Franco.
Na cidade maravilhosa existe três hierarquia de poder do mal, a contravenção (jogo do bicho), o tráfico de drogas e a milícia. Esse poder paralelo, com tantos braços e nomes, é um caldeirão, prestes a explodir a qualquer momento.
O poderoso chefão hoje, pode ser a próxima vítima ou seus inimigos, pra esses se manterem no poder.
A contravenção do bicho é machista, talvez não fosse a Shanna Garcia, uma das duas filhas do Maninho, assassinado, poderia estar no topo, mas o crime, não aceita mulheres no poder.
Essa série documental é essencial, precisa ser vista.
Na Netflix: ROUD 6 - O DESAFIO.
Assisti ROUD 6 - O DESAFIO... a série na Netflix é inpirada no ROUD 6, quem viu sabe, era um jogo fictício, onde os jogadores eram assassinados e mortos durante as provas, até sobrar o campeão que ganharia um enorme prêmio em dinheiro, lembrando que na série original, só pessoas ferradas e endividadas eram convidados a participar.
ROUD 6 - O DESAFIO é a mesma série, mas deixa entender que é uma disputa na vida real, claro que os participantes em vez de morrer, são eliminados, mas é a mesma trama.
Dá pra ver, mas a série original é melhor.
Um clássico do cinema: "Pulp Fiction: Tempo de Violência"
Assisti na Netflix, o clássico "Pulp Fiction: Tempo de Violência" com John Travolta e Samuel L. Jackson.
Nunca tinha visto e depois de assistir passa várias reflexões, o filme é meio uma viagem num mundo de mafiosos, não é uma superprodução, chega deixar a impressão de ser fraco, na minha humilde opinião é claro, mas ai vem o fator de ser um filme de 1994, filmes dos anos 80 e 90, não tem o mesmo impacto vendo hoje, do que quem assistiu naquela época, exemplo pra mim o filme de terror UMA NOITE ALUCINANTE ou "A morte do Demônio", que lembrava como um filme foda de terror irônico, mas quando revi me decepcionei.
Outro é COLLORS - As Cores da Violência, outro que não teve o mesmo peso quando revi em DVD, do que quando vi no Cine Marabá.
Pulp Fiction: Tempo de Violência, é exatamente isso, um clássico, que vendo pela primeira vez como eu vi, pode decepcionar.
Alessandro Buzo
terça-feira, 19 de dezembro de 2023
"No Cinema"... O SEQUESTRO DO VOO 375.
Assisti (18/12/23), o filme "O SEQUESTRO DO VOO 375", baseado num fato real que ocorreu num voo de 1988, de Confins-MG pro RJ, quando o maranhense desempregado Raimundo Nonato, sequestrou o voo usando uma arma calibre 22, em Confins em 88 não tinha raio X, ele queria jogar a aeronave com 105 passageiros, no Palácio do Planalto, para matar o presidente Sarney, que ele culpava pelo seu fracasso e dificuldades.
O co-piloto foi assassinado, alguns passageiros feridos.
Não vou contar o desfecho, mas vale a pena conferir.
Nas considerações finais, diz que ao estourar o esconderijo do Osama Bin Laden, tinha matérias sobre esse sequestro no Brasil, Bin Laden estudou esse fato no planejamento de 11 de setembro.
Sempre aproveitando a promoção do Cine Itaim Paulista (Anexo ao Sondas Supermercados, km 28), de segunda a quarta, R$ 9,00 na bilheteria e R$ 10,00 no Site: www.cineitaimpaulista.com.br
Alessandro Buzo
escritor e cineasta
sexta-feira, 15 de dezembro de 2023
Assisti na Netflix: 'Se Eu Fosse Luísa Sonza'
A série de 3 episódios de pouco mais de meia hora cada, conta a vida e carreira de Luísa Sonza, que é de uma pequena cidade do interior do RS.
Antes da série o que sabia dele era do suposto chifre que ela pós no Whindersson Nunes, com quem foi casada de 2018 à 2020, o relacionamento com o Vitão, que seria pivô da suposta traição, conhecia um clipe sensual dela, que passava num canal de clipes que meu filho assiste as vezes e recentemente que um namorado chamado Chico Moedas traiu ela e gerou fim do relacionamento, só não sabia que ela fez música de sucesso pra ele. Era isso o que eu sabia.
A série me surpreendeu positivamente numa coisa, ela é mais cantora do que eu imaginava, canta desde criança e ama a música, compõe. Expõe na série relações e vida pessoal e profissional.
Mas achei bacana conhecer um pouco mais.
Alessandro Buzo
escritor, cineasta e livreiro.
segunda-feira, 20 de novembro de 2023
DNA DO CRIME na Netflix
Série com 8 episódios, sobre uma equipe da Polícia Federal, combatendo o crime organizado.
Tiro, porrada e bomba, alto nível, bem produzido.
Conta com participação do DJ Cia, Heliao Rzo faz uma participação, assim como meu amigo Angelo Canuto. Dá hora ver uma galera da periferia e ligado ao Hip Hop, cada vez mais metendo a cara no cinema e nas séries.
Super Indico, assisti em 2 dias.
Buzo
A MÃO DO EURICO na Globoplay
Série com 5 episódios, sobre o lendário dirigente de futebol Eurico Miranda do Vasco da Gama.
Odiado e amado, por vascaínos e adversários, um cara polêmico.
Não sou vascaíno pra falar se ele foi bom ou ruim pro clube, mas ele amava o Vasco e fez do Vasco sua vida.
No futebol de hoje, nos dias atuais, não cabe mais um Eurico, mas nos anos 80 e 90 ele reinou, nos anos 2000 ele tentou.
A série é obrigatória pra quem ama futebol, o que pensar sobre o Eurico, após assistir, acho que vai de cada um.
Ele queria bater de frente com a Globo, na Final do Brasileirão contra o São Caetano, então pós de graça e sem comunicar ninguém da emissora, o logo do SBT na camisa do Vasco na final que foi adiada, devido a queda do alambrado, os jogadores viram o SBT e pensaram, Silvio Santos tá patrocinando e vamos receber salários atrasados, mas era só pra confrontar a Globo.
Esse era o Eurico, foi deputado, foi dirigente da CBF, mas em toda função, ele tentava beneficiar o Vasco da Gama.
Indico
Alessandro Buzo
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